Fotos de uma cidade elétrica
Wednesday, April 16, 2008
Saturday, April 12, 2008
Pizza, novamente
Já falamos sobre esse assunto um sem-número de vezes. Mas é que, após a saudade da família e dos amigos, a diferença entre culinárias é nossa maior dificuldade aqui no Canada.
E entre os diversos pratos e iguarias, um dos que mais sentimos falta é de pizza. Principalmente a de 4 queijos, no meu caso, com Gorgonzola, Mussarela, Provolone e Parmezão (e não essa moda terrível de substituir um dos queijos por catupiry, que surgiu um par de anos atrás).
Mas o que eu queria contar mesmo foi um agradável almoço que tive no trabalho. Após uma temporada de projetos complicados, o gerente da área quis celebrar os bons resultados e convidou nosso grupo para comer pizza. Lá fomos nós para a sala de reunião.
O evento foi muito agradável. O problema foi o tanto que tive que morder a língua para não dizer o que eu penso sobre as 'pizzas' daqui. Um dizia que preferia Mama pizza, o outro falava que o melhor era Pizza Hut, um terceiro estava felicíssimo por causa de uma nova loja da Domino's.... E o tempo todo eu pensando na Camelo, 1900, Margherita, Don Pepe, Braz, Esperanza..... e em qualquer outra pizzaria de Moema, Mooca, Jardins...
Houve uma hora que eu não consegui me segurar. Alguém afirmou que Pizza Hut era um estouro de sucesso em todos os lugares que abria uma loja e eu contei que ela faliu um par de vezes em São Paulo. Recebi olhares incrédulos e mudaram de assunto rapidamente. Afinal, todos aqui 'sabem' que as pizzas locais são as melhores do MUNDO.
Talvez para quem nunca provou uma pizza de verdade....
E entre os diversos pratos e iguarias, um dos que mais sentimos falta é de pizza. Principalmente a de 4 queijos, no meu caso, com Gorgonzola, Mussarela, Provolone e Parmezão (e não essa moda terrível de substituir um dos queijos por catupiry, que surgiu um par de anos atrás).
Mas o que eu queria contar mesmo foi um agradável almoço que tive no trabalho. Após uma temporada de projetos complicados, o gerente da área quis celebrar os bons resultados e convidou nosso grupo para comer pizza. Lá fomos nós para a sala de reunião.
O evento foi muito agradável. O problema foi o tanto que tive que morder a língua para não dizer o que eu penso sobre as 'pizzas' daqui. Um dizia que preferia Mama pizza, o outro falava que o melhor era Pizza Hut, um terceiro estava felicíssimo por causa de uma nova loja da Domino's.... E o tempo todo eu pensando na Camelo, 1900, Margherita, Don Pepe, Braz, Esperanza..... e em qualquer outra pizzaria de Moema, Mooca, Jardins...
Houve uma hora que eu não consegui me segurar. Alguém afirmou que Pizza Hut era um estouro de sucesso em todos os lugares que abria uma loja e eu contei que ela faliu um par de vezes em São Paulo. Recebi olhares incrédulos e mudaram de assunto rapidamente. Afinal, todos aqui 'sabem' que as pizzas locais são as melhores do MUNDO.
Talvez para quem nunca provou uma pizza de verdade....

o que eles acham que é pizza
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Friday, April 11, 2008
Falando com as mãos
Sempre soubemos que, como legítimo latinos, gesticular e mexer as mãos enquanto falamos é algo que fazemos naturalmente. Engraçado é notar o quão difícil é não fazê-lo.
Essa semana estava conversando com um colega de trabalho recém contratado e percebi que ao invés de prestar atenção no que eu dizia, ele ficava prestando atenção meus gestos. E olha que eu nem de longe pareço estar dançando uma daquelas músicas havaianas.
Uma vez fizemos um teste. Enquando a Dani me contava uma história, sem que ela percebesse, segurei suas mãos perto da mesa. Sua voz foi sumindo e de repente ela parou de falar.
Estamos condenados à falar com as mãos ou não falar nada? Comparado com a maioria do ao pessoal daqui, que não tem esse hábito, ficamos bem destacados.
Não acho ruim o fato de nos comunicar com as mãos, mesmo por que além de já termos este hábito, com o fato de estarmos usando um outro idioma, os gestos nos ajudam a ilustar melhor o que estamos falando ou tentando falar.
Essa semana estava conversando com um colega de trabalho recém contratado e percebi que ao invés de prestar atenção no que eu dizia, ele ficava prestando atenção meus gestos. E olha que eu nem de longe pareço estar dançando uma daquelas músicas havaianas.
Uma vez fizemos um teste. Enquando a Dani me contava uma história, sem que ela percebesse, segurei suas mãos perto da mesa. Sua voz foi sumindo e de repente ela parou de falar.
Estamos condenados à falar com as mãos ou não falar nada? Comparado com a maioria do ao pessoal daqui, que não tem esse hábito, ficamos bem destacados.
Não acho ruim o fato de nos comunicar com as mãos, mesmo por que além de já termos este hábito, com o fato de estarmos usando um outro idioma, os gestos nos ajudam a ilustar melhor o que estamos falando ou tentando falar.
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Comportamento
Wednesday, April 09, 2008
Os detalhes que fazem diferença
É inevitável, todos os blogs falam do aumento das temperaturas e do quanto é bom tirar o mofo depois de 4 meses hibernando.
Eu concordo com tudo o que foi dito, mas percebi que há outros fatores que tem me chamado a atenção, e mudado a minha rotina.
O fato de abrir as janelas todos os dias antes de sair para trabalhar e deixar a casa “ventilando” é algo novo e que não nos deixa mais dependentes da cirulação de ar interno nos corredores do prédio (que é muito boa, ajuda bastante, mas não substitui o ar de verdade).
Outra coisa que aconteceu foi que por diversos dias eu cismei que esqueci alguma coisa em casa. O volume de roupa, acessórios reduz de uma maneira tão drástica que toda vez eu acho que estou esquecendo alguma coisa, me sinto leve demais e no final das contas e faço o que tenho que fazer, comprovo que não esqueci nada e que era mais uma vez a memória do inverno prevalencendo sobre o “novo”.
Por falar em roupas, eu já percebi que as pessoas são resistentes ao tirá-las do guarda roupa e qdo tiram não querem mais devolver. No final do outono, qdo estávamos beirando 5ºC e todos estavam bem a vontade (leia-se saia, moletom) e eu era uma das poucas que já começava a carregar roupas um pouco mais pesadas. Hoje estamos com 10º (as 7 da manhã), a previsão é de chegarmos a 19ºC no final da tarde, já aposentei todo meu guarda roupa de inverno e as pessoas continuam carregando os mesmos casacos pesados, toucas, cachecol, as mesmas peças que eles ficaram semanas resistindo ao tirar do armário meses antes. Agora eu acho que isso é pura preguiça de reverter o guarda roupa, por que já tá na hora de guardar e eles continuam usando. Eu não me importo, cada um usa o que quer, mas com o aumento da temperatura e as pessoas assando dentro destes casacos os “aromas da primavera” tendem a se intensificar.
Do restante é isso, as temperaturas estão aumentando como todos constataram, ainda não está 100% estabilizada, mas já é um indício que friozão e neve agora só daqui 8 meses e assim que a minha gripe der uma trégua as bikes estão mais do que prontas para a temporada 2008.
Eu concordo com tudo o que foi dito, mas percebi que há outros fatores que tem me chamado a atenção, e mudado a minha rotina.
O fato de abrir as janelas todos os dias antes de sair para trabalhar e deixar a casa “ventilando” é algo novo e que não nos deixa mais dependentes da cirulação de ar interno nos corredores do prédio (que é muito boa, ajuda bastante, mas não substitui o ar de verdade).
Outra coisa que aconteceu foi que por diversos dias eu cismei que esqueci alguma coisa em casa. O volume de roupa, acessórios reduz de uma maneira tão drástica que toda vez eu acho que estou esquecendo alguma coisa, me sinto leve demais e no final das contas e faço o que tenho que fazer, comprovo que não esqueci nada e que era mais uma vez a memória do inverno prevalencendo sobre o “novo”.
Por falar em roupas, eu já percebi que as pessoas são resistentes ao tirá-las do guarda roupa e qdo tiram não querem mais devolver. No final do outono, qdo estávamos beirando 5ºC e todos estavam bem a vontade (leia-se saia, moletom) e eu era uma das poucas que já começava a carregar roupas um pouco mais pesadas. Hoje estamos com 10º (as 7 da manhã), a previsão é de chegarmos a 19ºC no final da tarde, já aposentei todo meu guarda roupa de inverno e as pessoas continuam carregando os mesmos casacos pesados, toucas, cachecol, as mesmas peças que eles ficaram semanas resistindo ao tirar do armário meses antes. Agora eu acho que isso é pura preguiça de reverter o guarda roupa, por que já tá na hora de guardar e eles continuam usando. Eu não me importo, cada um usa o que quer, mas com o aumento da temperatura e as pessoas assando dentro destes casacos os “aromas da primavera” tendem a se intensificar.
Do restante é isso, as temperaturas estão aumentando como todos constataram, ainda não está 100% estabilizada, mas já é um indício que friozão e neve agora só daqui 8 meses e assim que a minha gripe der uma trégua as bikes estão mais do que prontas para a temporada 2008.
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Tuesday, April 08, 2008
Craft ideas and more
Coloquei mais algumas fotos dos meus trabalhos no meu outro blog:
http://craft-and-more.blogspot.com/
Quem gostar do assunto e quiser dar uma passada por lá, fica aqui o convite.
http://craft-and-more.blogspot.com/
Quem gostar do assunto e quiser dar uma passada por lá, fica aqui o convite.
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Monday, April 07, 2008
A moda do vale tudo
Estar na moda é um assunto totalmente polemico e discutível. Eu prefiro não entrar no porém e entretanto, mas vivendo em uma outra cultura podemos perceber como os paulistas (não vou dizer brasileiro pq minha experiência é 100% SP) se vestem de uma maneira padronizada e seguindo as “tendências”. O que eu acho super legal e bonito de se ver.Claro que todos que estão lá, amigos e familiares, sempre nos perguntam, mas e a moda ai, como que é? E o que tem de bonito? E o que estão usando?
Sinceramente eu nunca tenho uma resposta para dar. Eu não sou muito fã da moda local, eu me viro com o que eu acho nas lojas, meu guarda roupa ainda é predominantemente brasileiro e dificilmente eu passo por alguma vitrine que me faça parar e voltar para olhar (como acontecia nos meus passeios ao shopping Morumbi).
Como parte da cultura local nós tb recebemos em casa catálogos de diversas lojas de roupas e varejo em geral. Esta semana uma das páginas do catálogo de uma loja de roupas me chamou a atenção e por isso gostaria de compartilhar com vcs o que eles colocam nas lojas para vender e oferecem on-line tb (detalhe na altura da cintura da calça e o que sobra de tronco da modelo e o sapatinho, e não venha me dizer que isso é cintura alta, pq já passou dos limites).
Esta é uma das amostras da moda local, e acredite se quiser há muitas pessoas que compram, usam e facilmente encontramos nas ruas. No dia a dia, juntamente com este modelito é possível encontrarmos a mesma pessoa está usando mullets/cabelo chitãozinho & xororó para completar o visual.
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Comportamento,
Dia a dia
Saturday, April 05, 2008
Sea Shepherd
Infelizmente este 'país de primeiro mundo' ainda pratica atividades como a caça de filhotes de focas (algumas esfoladas vivas) entre outras crueldades contra animais e o meio ambiente.
Melhor do que eu possa escrever, vejam as atividades deste grupo de ativistas americanos e os ajudem nesta causa.
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Faça sua parte
Tuesday, April 01, 2008
A volta dos que foram
As férias chegaram ao fim.. Como esperado tudo que é bom dura pouco, mas a experiência de sair a primeira vez do Canadá depois de estar morando quase dois anos aqui nos mostrou quanto estávamos envolvidos na nova cultura e sociedade sem que nos déssemos conta disso.Já identificamos o que significa ser um Canadense (ou ao menos um morador de Toronto). Ao voltar conseguimos associar diversos hábitos e características que nos diziam que havíamos voltado das férias. Do jeito das pessoas se vestirem e se comportarem à arquitetura, cheiros e programação na tv.
Foi muito interessante ver como estávamos condicionados a determinadas coisas que não tínhamos consciência e que quando chegamos em um novo ambiente fez total diferença, como por exemplo, a escada rolante.
Como sabemos, aqui e em alguns paises da Europa, o uso da escada rolante é padronizado, a fila ao lado esquerdo anda e ao direito ficam os preguiças que não querem andar, e é claro que na primeira experiência que tivemos por lá ninguém se movia na escada, nem do direito, nem do esquerdo e nós lá reclamando até que nos demos conta que naquele lugar o povo não deve aplicar a regra.
Checar a previsão do tempo todos os dias, mesmo sabendo que a região não tem as mesmas variações como no Canadá.
Sem contar no impulso de sair atravessando a rua sem olhar, deu tempo de pensar e parar, mas o primeiro instinto foi de que o pedestre podia tudo, qdo na verdade os carros é que prevalecem.
Agora que saímos e pudemos comparar e tenho certeza daquilo que eu apenas desconfiava, os canadenses são “delicados” ao volante e “braços” ao estacionar as barcas.
E o item mais esperado do momento, que seja lá onde vc for ao redor do mundo vc sempre vai constatar é que a comida no Canadá é horrível!!!!
Pois bem.. A viagem valeu para nos mostrar mais um pouco do qto mudamos os nossos hábitos e maneira de agir, rendeu tb bons passeios, descanso, boas fotos e qdo der colocaremos algumas aqui.
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